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Para lembrar o Dia Mundial de Combate ao Suicídio, o Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) realizou nesta terça-feira uma caminhadaPara lembrar o Dia Mundial de Combate ao Suicídio, o Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) realizou nesta terça-feira uma caminhada - Divulgação

CAMPANHA

Passeata marca Setembro Amarelo e dia de combate ao suicídio

Por Talita Matsushita 12 SET2017-15h:19

Um problema de saúde pública que vive atualmente a situação de tabu e do aumento de suas vítimas é o suicídio. Pelos números oficiais são 32 brasileiros mortos por dia, em sua maioria homens. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, nove em cada dez casos poderiam ser prevenidos. Para lembrar o Dia Mundial de Combate ao Suicídio, o Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) realizou nesta terça-feira uma caminhada para chamar a atenção para o  assunto.

A campanha Setembro Amarelo  é uma campanha de conscientização  sobre a prevenção do suicídio, com objetivo de alertar a população à respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo. A caminhada saiu da sede do CAPS na rua Comendador Garcia, até a Praça da República. Na ocasião foram distribuidos panfletos e  folhetos alusivos ao tema.

Ligado à Secretaria Municipal de Saúde, o CAPS, agora com a presença de médica psiquiatra deverá  atender a uma média de 250 pessoas por mês, com consultas, cursos e formas de tratamento para quem busca ajuda. A farmacêutica Katiuscia Cristina Freitas, apresenta mais informações sobre o órgão.     

As ações foram iniciadas pela Associação Internacional para Prevenção do Suicídio (Iasp) e trazidas ao Brasil pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), referência no atendimento – inclusive remoto – a pessoas em crise, e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). O Setembro Amarelo caminha junto com a campanha Janeiro Branco, que, em um mês em que as pessoas estão mais propensas a renovações, busca vivificar reflexões sobre saúde mental e valorização da vida.

Em geral, a vontade de acabar com a própria vida é provocada pela falta absoluta de perspectiva e uma enorme sensação de desamparo e angústia. O que não se destaca é que, na maioria dos casos, o radical desejo é gerado por um quadro de transtorno mental tratável, como depressão, transtorno bipolar afetivo, esquizofrenia, quadros psicóticos graves e transtornos de personalidade, como o borderline. (Com informações da assessoria)

 

 

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